quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Bogoió quebra o silêncio sobre a merenda escolar e declara: "Desvio de verbas"

Não é por acaso que os discursos do vereador Sérgio Bogoió (PSD) sempre arrancam aplausos do público que acompanha as sessões ordinárias em Mata de São João. Com o bordão “o dinheiro compra tudo, mas não compra todos” usado em todos os pronunciamentos que faz na Câmara, e que já virou marca em seu mandato, o oposicionista tem se destacado na atuação como vereador por apresentar sérias denúncias contra o executivo.
 ° Foto: reprodução/ quarto-poder
Na sessão desta terça-feira (04), Bogoió voltou a falar sobre supostas irregularidades na compra da merenda escolar do município para rebater uma crítica feita pelo deputado João Gualberto (PSDB), durante a cerimônia de entrega de um trator agrícola na comunidade de Mucugê na última quinta-feira (28).

O oposicionista disse que o tucano teria chamando a oposição de ‘gananciosa pelo poder’, no entanto não havia prestado atenção nas pessoas que estavam ao lado dele, referindo-se aos participantes de supostos desvios de verba da merenda escolar. “Algumas pessoas que estavam lá recebendo o trator, estão envolvidas na denúncia dos desvios da merenda escolar. O que a oposição quer é que apure os fatos”.

Entenda a denúncia:

Possíveis irregularidades nas compras de merenda escolar em Mata de São João com verba do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), foi alvo de uma denúncia feita no Ministério Público Federal (MPF) por agricultores rurais e o Partido Social Liberal (PSL). A acusação foi protocolada pelo presidente municipal da sigla, Rafael Pires, o presidente do Sindicato Rural, Adelino Cerqueira, e o produtor Gilberto Wolf.

Segundo os denunciantes, a Prefeitura vinha fazendo compras de alimentos na Ceasa, em Simões Filho, para abastecer as escolas municipais e repassando as contas aos cofres públicos como se os agricultores da cidade estivessem produzindo as frutas e verduras. Conforme levantamento apresentando ao MPF, os gastos com a suposta irregularidade já ultrapassariam o valor de R$ 800 mil e por isso eles pedem a apuração imediata.

Informações: Quarto Poder

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