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segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Secult abre inscrições para contratações artísticas do Carnaval 2017
A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia abriu nesta
segunda-feira, 28, as inscrições para os projetos "Carnaval do Pelô"
e "Carnaval Pipoca 2017". O prazo final é no dia 20 de dezembro.
O
formulário de credenciamento e o regulamento completo estão disponíveis no site da SecultBA. O recebimento das
propostas acontecerá no Palácio Rio Branco, no Centro, de 9h às 12h e 14h às
17h.
Também estão sendo
selecionados projetos compostos por três artistas diferentes, para participar
da programação no palco principal do Largo do Pelourinho. Entre os grandes
shows desta categoria na última edição, ocorreram as participações de Zezé
Motta, Ganhadeiras de Itapuã, Larissa Luz, Carla Visi, entre outras.
sábado, 14 de novembro de 2015
SecultBA abre inscrições para contratações artísticas do Carnaval 2016
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| Foto: reprodução |
Estão abertas até o dia 19, pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), as inscrições do credenciamento para a contratação de serviços artísticos no Carnaval do Pelourinho e Carnaval Pipoca 2016. As contratações estão abertas para bandas e artistas solo, projetos formados por 03 diferentes artistas, bandões e grupos de rua, microtrios, nanotrios, entre outros. O formulário de inscrição e o edital completo estarão disponíveis no site da SecultBA (www.cultura.ba.gov.br) a partir deste sábado (17). As inscrições podem ser realizadas via sedex ou entregue no Palácio Rio Branco, sede da SecultBA.
O Carnaval do Pelourinho é reconhecido como o carnaval da diversidade, que se vê por todos os cantos, nos palcos e ruas onde a folia acontece. Para tocar nos largos Pedro Archanjo, Quincas Berro D'Água e Tereza Batista, podem participar do credenciamento artistas e bandas dos estilos afro, reggae, arrocha, pop rock, afro pop, axé, antigos carnavais, samba, hip-hop e guitarra baiana. As cores e alegria que movimentam as ruas do Pelô serão representadas pelas bandas de sopro e percussão, bandinhas de percussão, bandinha de corda e percussão, bandão e performances. Uma das novidades do carnaval 2016 é a inclusão da categoria Baile Infantil, com repertório de músicas infantis e atividades recreativas para agitar a criançada que vem curtir o Carnaval do Pelô junto com as famílias.
O folião pipoca tem mais um motivo pra comemorar, o projeto Carnaval Pipoca segue expandindo, e no próximo ano, além dos já tradicionais microtrios, leva também para a avenida os nanotrios. Por meio do Carnaval Pipoca, os microtrios e nanotrios vão tomar conta de todos os principais circuitos carnavalescos de Salvador. O objetivo é o mesmo, deixar o público mais próximo da emoção da folia, sem cordas, resgatando o espírito de compartilhamento que fez do Carnaval a maior festa do mundo. Além de desfiles que relembram os antigos carnavais, também entram na folia repertórios da atualidade. Peu Meurray, Retrofoguetes, Neto Bala, Ivan Huol e Banda Marana estão entre os nomes que já subiram aos microtrios do Pipoca.
Outra marca do Carnaval Pipoca é a promoção de encontros musicais que entram para a história da folia. Entre os destaques da última edição, aconteceram os encontros de Chico César, Orquestra Afrosinfônica e Giba Conceição, do grupo Bailinho de Quinta com os cantores Lirinha e Kalu, e de Juliana Ribeiro, Roberto Mendes e Camerata Popular da Bahia. Tudo isso no Largo do Pelourinho, Centro Histórico de Salvador, escolhido como palco principal do Carnaval da Cultura. Os projetos inscritos para participar desta modalidade devem ser compostos necessariamente por 03 diferentes artistas para apresentação em conjunto, e o tema é livre.
Inscrições
As inscrições nos projetos Carnaval do Pelourinho e Carnaval Pipoca 2016 estão abertas até 19 de novembro de 2015. Poderão inscrever-se pessoas físicas e jurídicas. A primeira etapa para o processo de credenciamento dar-se-á através de preenchimento de formulário de inscrição disponibilizado no site da SecultBA, acompanhado de todos os documentos descritos no edital. A documentação deve ser entregue ou remetida via sedex, devidamente lacrado, na forma e no endereço:
Sobre o CCPI
O Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) é responsável pela execução, proteção e promoção das políticas públicas de valorização e fortalecimento das manifestações populares e de identidade, orientadas de acordo com o pensamento contemporâneo da Unesco e do Ministério da Cultura. Seu campo de atuação contempla a cultura do sertão, de matrizes africanas, ciganas e indígenas, LGBT, infância e idosos. Coordena o projeto Pelourinho Cultural, responsável pela programação artística dos largos do Pelourinho e suas grandes festas populares, e administra o Forte de Santo Antônio Além do Carmo, conhecido como o Forte da Capoeira.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Um legado de liberdade; Ator e diretor, Antonio Abujamra exerceu o livre pensar
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| Foto: reprodução |
Livre pensar, para Antonio Abujamra, era só pensar. Morto aos 82 anos, na manhã de terça 28, em São Paulo, o diretor e ator paulista que iniciara carreira no teatro enquanto cursava jornalismo e filosofia em Porto Alegre sabia dizer a frase certa, impiedosa ou autoderrisória. Esse ato colado ao de provocar, exercido com arte e gosto, ajudara a batizar seu programa de entrevistas dos últimos 15 anos,Provocações, na TV Cultura. Sobre si mesmo, suas palavras: “Uma experiência que não deu certo. Quem sabe em 10 mil anos”. Sobre o ator de teatro: “Alguns se jogam acalorados, perdendo o domínio das emoções, a consciência dos efeitos. É preciso ter sempre à mão os livros de João Cabral de Melo Neto que ensinam como fazer um gesto com a mão suave, um toureiro diante da fera”. Sobre a cultura brasileira: “Sempre é uma complicação fazer qualquer coisa cultural no Brasil. A educação é uma merda. A internet está aí, ninguém sabe ensinar mais”.
Abu também dizia que, por não saber britar pedras, tinha caminhado até o teatro, onde é admissível enforcar-se com a corda da liberdade, sem contar que fracassar ou bem suceder-se não passaria, ali, de impostura. Em sua opinião, no teatro mais fracassou, movido, contudo, pelo intuito de agir politicamente, de não copiar ninguém. Começou aos 20 anos, em 1952, como ator em Assim É se lhe Parece, de Luigi Pirandello, no Teatro Universitário de Porto Alegre. Em 1961, de volta da Europa, onde estudara poesia, dirigiria Cacilda Becker em Raízes, de Arnold Wesker. Insistiria na técnica brechtiana por 43 anos e 150 montagens, seria censurado, exigiria o rigor para a interpretação de suas soluções, tudo isto até atentar que, no palco, quem manda é o ator.
Em 1987, com mínimos e brilhantes gestos, interpretou o monólogo O Contrabaixo, para então pular ao cinema, no papel de um jogador de sinuca em Festa, de Ugo Giorgetti, em 1989, e daí para a televisão (que conhecera antes como diretor), ao representar um bruxo na novela global Que Rei Sou Eu? “Foi um sucesso extravagante. Ravengar ainda passeia pelas ruas.” Nos últimos dois anos, desde a morte de Dona Belinha, a esposa por toda a vida, mãe de seus dois filhos, a quem ele atribuía amorosa santidade, reduzia o ritmo de trabalho, dedicado a seu programa de tevê. Informações cc
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
O rapper gay brasileiro que quebra tabus rimando
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| Foto: reprodução |
Morador da periferia de São Paulo, sem pai e criado pela mãe e o irmão. A história de vida de Jefferson Ricardo Silva se confunde com a de muitos que cresceram com ele nos anos 90 em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. Fã de rap e pagode, sonhava com os palcos na adolescência. Ter nascido negro, pobre e gay não parecia exatamente uma vantagem até o dia em que decidiu usar a seu favor cada rótulo que recebeu. Em 2015, o agora Rico Dalasam lança Modo Diverso, o primeiro disco de rap brasileiro com temática gay.
A cena de rap “queer” já é realidade nos Estados Unidos há alguns anos, onde nomes como Le1f, Cakes Da Killa e Zebra Katz escandalizam o gueto misturando pose de gangster com trejeitos de diva pop. Mykki Blanco, o nome da vez, reveza a cara de marra com peruca, batom e salto alto --assista aos vídeos no pé do texto.
Dalasam pega mais leve. Seu primeiro clipe, Aceite-C, exibe um relacionamento lésbico e o verso “boy, eu quero ser seu man”. Na vizinhança, o espanto é maior. Sob todos os olhares, ele desfila com cabelo escovado, camisetão até os joelhos e tênis de basquete. “Quando é que você vai fazer minhas tranças?”, perguntava uma amiga sentada na calçada. “Ele é o melhor que eu conheço.”
Dalasam, hoje com 25 anos, começou a trabalhar como cabeleireiro aos 13, sua forma de fazer dinheiro e escapar da “vida loka”. “Minha especialidade é cabelo de preto: trança, dread. Ainda atendo lá em casa.”
Articulado, estudou boa parte da vida em escola particular bancada pela bolsa de estudos conseguida pela mãe. Em um colégio alemão, o único negro da turma era o suspeito número um nos dias em que a borracha de alguém desaparecia.
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| Foto: reprodução |
Assim que começou a trabalhar, passou a frequentar com assiduidade a Galeria do Rock, no centro, onde comprava CDs pirata de rap. Depois corria com os discos para a única casa com computador na comunidade e “fazia várias cópias pra galera”, diverte-se. Depois, enfurnava-se na casa do amigo Luciano da Costa para rabiscar suas letras. As primeiras foram românticas, inspiradas pelo rapper Xis.
No meio da adolescência, iniciou um namoro com uma garota, mas “não deu”. Com o tempo se assumiu, estudou moda, trabalhou com produção e se viu imerso em baladas gay do centro e shows de rap na periferia. “Seria natural que eu refletisse esses dois mundos. Minha música é esse encontro de protesto, autoafirmação e dança.”
Dalasam conta que o processo foi parecido nos Estados Unidos. Por lá, a fase de raps retratando a criminalidade passou a dividir espaço com temáticas de festa nos anos 2000, criando o terreno para que MCs homossexuais aparecessem. “Guardada as proporções, eu trabalho como os caras de lá: como não tenho empresário, agendo shows, promovo o som e converso com fãs do meu computador.”
Sobre o amor gay pelas divas, Dasalam se diverte: “é lógico que eu gosto da Beyoncé, mas hoje eu prefiro a Rihanna. Ela é mais favela, que nem a gente.” Sua preferida, no entanto, é brasileira. “Alcione é a maior das divas.” No rap, o ídolo é o carioca MC Marechal.
Aos que o alertam sobre o risco de se lançar como o primeiro rapper gay do Brasil, Dalasam desdenha. “É 2015, é claro que vai ter rapper gay. Estamos é atrasado. Ainda vai aparecer uma travesti do Pará fazendo um flow que todo mundo vai ouvir.” Informações cc
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Dia Nacional do Forró e ensaios de Carnaval são destaques da programação no Pelô
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| Foto: Divulgação |
Os espaços culturais do Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador (CHS), trazem diversas atrações e ritmos para animar baianos e turistas nos próximos dias, tendo como destaque a comemoração ao Dia Nacional do Forró, nesta sexta-feira (13), e os ensaios de blocos afros, como o Olodum, que presta uma homenagem a Nelson Mandela. A programação é promovida pelo Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), órgão da Secretaria de Cultura do Estado (Secult).
Para balançar o Largo Pedro Archanjo, nesta quinta (12), tem o Bailão Black da banda Attemporais, com uma mistura de samba, soul, ijexá, maracatú, chula, dance e black music. No Largo Tereza Batista, acontece a 5º Rodada Dupla MiniEstereo Público.
Na sexta, a programação começa cedo no Largo Tereza Batista, com a Feira de Artesanato, às 10h. No Largo Pedro Archanjo, a comemoração do Dia Nacional do Forró, que relembra 101 anos de nascimento de Luiz Gonzaga, inicia às 19h, com o forró tradicional de Dinho Oliveira. Mais tarde tem Bruninho do Acordeon, apresentando o forró eletrônico, que tem conquistado as festas nordestinas.
No Largo Tereza Batista, o samba reggae do Ensaio do Bloco Afro Muzenza pretende contagiar o público. Já no Largo Quincas Berro D'Água, a banda O Mundo promove o show de lançamento do videoclipe da música ‘Tristeza’, trazendo Fábio Cascadura (Cascadura), Roy (O Círculo) e Pietro Leal (Pirigulino) como convidados. O repertório é composto pelas músicas do primeiro EP ‘O Dono do Tempo’ e por novas canções que valorizam a identidade musical do grupo.
Final de semana - Para agitar o sábado (14), acontece no Largo Pedro Archanjo o evento ‘Rock Solidário’, com a participação de Os Informais, às 20h, a Banda Desrroche, às 21h30, e a Banda Batrakia, às 22h45. O evento tem a finalidade também de arrecadar doações para entregar a uma instituição beneficente. Os ingressos podem ser trocados por dois quilos de alimentos não perecíveis ou uma lata de leite.
Marquinhos Marques se apresenta no mesmo dia no Largo Tereza Batista, e o sambista Neto Balla no Largo Quincas Berro d'Água. No domingo (15), haverá a última edição do ano do evento ‘Seja Você Um Sambista Solidário’, reunindo os artistas e amantes do samba no Largo Pedro Archanjo. O objetivo é arrecadar doações que são distribuídas entre diversas instituições de caridade em Salvador. Nesta edição especial, os ingressos podem ser trocados por um panetone.
Mandela - No Largo Tereza Batista, os tambores do Olodum tocarão em tributo a Nelson Mandela, com um ensaio especial que exaltará a memória do líder sul-africano. Na próxima semana a programação recomeça, com o tradicional Ensaio do Cortejo Afro, no Largo Pedro Archanjo, às 21h. Mais informações estão disponíveis no site www.cultura.ba.gov.br.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Cartões do vale-cultura começarão a ser entregues até o fim de outubro, diz Marta Suplicy
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| Foto: Reprodução |
A ministra da Cultura, Marta Suplicy, estimou que os primeiros cartões magnéticos do vale-cultura serão entregues até o fim de outubro. Os cartões serão utilizados para a compra de produtos como DVDs, livros, revistas, instrumentos musicais e ingressos para museus, teatros e cinemas, entre outros.“Ainda dá tempo de gastar para o Natal”, disse.
O decreto do governo de criação do vale-cultura foi publicado no Diário Oficial da União na terça-feira (27). O objetivo é facilitar o acesso dos trabalhadores a esses produtos e serviços culturais.
Marta Suplicy explicou que o decreto tratou da criação do cartão mas os detalhes sobre o funcionamento do benefício estarão na portaria que será publicada no dia 6 de setembro. “O decreto da presidenta tinha que ser geral e os detalhes serão decididos por meio de portaria. Nós teremos a portaria na rua até o dia 6 de setembro. É dizer o que pode e o que não pode”, esclareceu.
Na etapa seguinte, será feita uma campanha na televisão, no fim de setembro, para divulgar como será a utilização dos cartões. “Para que as pessoas saibam o que é, busquem informações nas suas empresas, conversem”, explicou.
A ministra explicou que o benefício em princípio é para atender a empregados que recebem o equivalente a até cinco salários mínimos, mas isso não impede que as empresas que entrarem no programa estendam aos outros trabalhadores com salários maiores. “Se a empresa atingir todos os empregados até cinco salários, ela pode ampliar, só que o desconto para o empregado, é bem maior. No primeiro momento, o desconto [do empregado]é R$ 5 e a empresa dá R$ 45, mas é facultativo para a empresa. Ela pode não cobrar. Depois tem um escalonamento e ela pode ir para seis salários, sete, oito”, informou.
Outro ponto que será definido na portaria é o que trata dos limites para as taxas de administração das operadoras dos cartões. A ministra comentou sobre a utilização do vale-cultura durante a posse do presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Guti Fraga, no centro da capital fluminense. As informações são do iBahia.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Governo federal regulamenta vale-cultura
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| Foto: Reprodução |
Agência Brasil- Oito meses após a sanção da lei que criou o Programa de Cultura do Trabalhador e instituiu o vale-cultura, o governo federal publicou o decreto presidencial que regulamenta as duas iniciativas. O objetivo do programa é facilitar o acesso dos trabalhadores aos produtos e serviços culturais, estimulando a visitação a galerias, museus, teatros, cinemas, shows e a compra de livros, revistas e outros produtos artísticos.
Segundo o Decreto nº 8084, publicado no Diário Oficial da União de hoje (27), o vale-cultura de R$ 50 mensais será oferecido preferencialmente a trabalhadores com vínculo empregatício formal que recebam até cinco salários mínimos – atualmente R$ 3.390.
O decreto estabelece os percentuais do benefício que vão ser descontados dos salários dos trabalhadores. Para tanto, é levado em conta a faixa salarial: 2% para os beneficiários que recebem até um salário mínimo mensal (R$ 678); 4% para os que ganham entre um e dois salários mínimos (R$ 1.356); 6% para quem recebe entre dois e até três salário mínimos (R$ 2.034); 8% para quem ganha entre três e quatro salários mínimos (R$ 2.712) e 10% para quem tem rendimento acima de quatro salários mínimos.
Dessa forma, um trabalhador que ganha um salário mínimo, que queira receber o vale-cultura e cuja empresa aderir ao programa, terá R$ 1 descontado mensalmente de seus vencimentos, para receber os R$ 50 do vale. Em outro exemplo, no caso dos profissionais que ganham entre quatro e cinco salários mínimos, o desconto será de R$ 5 mensais para receber o benefício.
Trabalhadores que recebem acima de cinco salários mínimos também poderão requisitar o benefício, desde que suas empresas façam a adesão ao programa e que tenham garantido o benefício a todos os funcionários do grupo preferencial.
Para os trabalhadores que ganham mais que R$ 3.390, contudo, os descontos vão ser maiores: 20% para os que ganham entre cinco e seis salários mínimos; 35% entre seis e oito salários mínimos; 55% entre oito e dez salários mínimos; 70% entre dez e 12 salários mínimos e 90% para quem ganha acima de 12 salários mínimos (R$ 8.136) – faixa de ganho na qual o beneficiário terá que pagar R$ 45 dos R$ 50 recebidos.
De acordo com a Lei nº 12.761 de dezembro de 2012, o vale-cultura deverá ser confeccionado preferencialmente em meio magnético – ou seja, na forma de um cartão semelhante aos já existentes para alimentação – comercializado e disponibilizado por empresas operadoras que possuam o Certificado de Inscrição no Programa de Cultura do Trabalhador e que estejam autorizadas a produzir e comercializar o vale-cultura. Os créditos disponibilizados não terão prazo de validade, podendo ser acumulados.
Até 2017, as empresas que aderirem ao Programa de Cultura do Trabalhador e distribuírem o vale-cultura a seus trabalhadores poderão descontar do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) os valores investidos na aquisição do benefício. A dedução estará limitada a 1% do IRPJ devido com base no lucro real trimestral ou no lucro real apurado no ajuste anual.
Para fins fiscais, o decreto estabelece que o valor do vale-cultura não integra o salário, é isento de cobrança do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e não constitui base de incidência de contribuição previdenciária ou do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
A oferta e a operacionalização do Vale-Cultura será fiscalizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Se constatar alguma irregularidade, a pasta deverá comunicar o fato aos ministérios da Cultura e da Fazenda, que decidirão sobre as penalidades a serem aplicadas.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Festival de Folclore em Praia do Forte
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| Foto: Reprdução |
Grupos de dança e música representes da cultura regional de Mata de São João, estiveram reunidos no Festival de Folclore 2013, em Praia do Forte. As apresentações foram realizadas no último sábado (24), e contou com muita alegria e participação de turistas e nativos.
O evento que começou ás 17h contou com as apresentações dos grupos: Baianas e Baianinhas, The Best Of Dance, Jovens do Samba, Grupo de Capoeira Esporão, Samba de Roda de Dona Moça e Adalto Poeta.
Foi um show a parte e os espectadores ficaram com o gostinho de quero mais.
Fonte: ASCOM
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Turma do Chaves se apresenta nesta sexta em Mata de São João
A sexta-feira do dia 5 de abril será bastante animada em Mata de São João. Pela primeira vez na cidade, o cover da Turma do Chaves fará uma apresentação especial na Casa da Cultura, às 17h.
De acordo com a Enkantus Produções, responsável pelo evento, A Turma do Chaves já foi visto por 10 milhões de pessoas em todo país. Os covers dos personagens Chaves, Quico, Nhonho, Chiquinha e Seu Madruga prometem atrair um grande público para o espaço.
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