Os deputados baianos João
Gualberto (PSDB), Uldurico Pinto (PV), Fernando Torres (PSD) e Erivelton
Santana (PEN) foram contrários a criação do fundo eleitoral - projeto de lei do
Senado que cria um fundo com recursos públicos para o financiamento de campanhas
eleitorais estimado em R$ 1,7 bilhão.
O
Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) garante recursos para as
campanhas eleitorais a partir de emendas parlamentares e do corte de gastos com
propaganda eleitoral no rádio e TV.
Veja como votaram os deputados baianos:
Votaram sim para a criação do fundo:
Arthur
Oliveira Maia (PPS)
Afonso Florence (PT)
Alice Portugal (PCdoB)
Antonio Brito (PSD)
Bacelar (Podemos)
Bebeto (PSB)
Benito Gama (PTB)
Cacá Leão (PP)
Caetano (PT)
Claudio Cajado (DEM)
Daniel Almeida (PCdoB)
Davidson Magalhães (PCdoB)
Elmar Nascimento (DEM)
Félix Mendonça Júnior (PDT)
João Carlos Bacelar (PR)
Jorge Solla (PT)
José Carlos Aleluia (DEM)
José Carlos Araújo (PR)
José Nunes (PSD)
Jutahy Junior (PSDB)
Afonso Florence (PT)
Alice Portugal (PCdoB)
Antonio Brito (PSD)
Bacelar (Podemos)
Bebeto (PSB)
Benito Gama (PTB)
Cacá Leão (PP)
Caetano (PT)
Claudio Cajado (DEM)
Daniel Almeida (PCdoB)
Davidson Magalhães (PCdoB)
Elmar Nascimento (DEM)
Félix Mendonça Júnior (PDT)
João Carlos Bacelar (PR)
Jorge Solla (PT)
José Carlos Aleluia (DEM)
José Carlos Araújo (PR)
José Nunes (PSD)
Jutahy Junior (PSDB)
Lucio
Vieira Lima (PMDB)
Marcos Medrado (Podemos)
Nelson Pellegrino (PT)
Paulo Azi (DEM)
Paulo Magalhães (PSD)
Roberto Britto (PP)
Ronaldo Carletto (PP)
Sérgio Brito (PSD)
Valmir Assunção (PT)
Waldenor Pereira (PT)
Marcos Medrado (Podemos)
Nelson Pellegrino (PT)
Paulo Azi (DEM)
Paulo Magalhães (PSD)
Roberto Britto (PP)
Ronaldo Carletto (PP)
Sérgio Brito (PSD)
Valmir Assunção (PT)
Waldenor Pereira (PT)
Votaram não para a criação do fundo:
Erivelton
Santana (PEN)
Fernando Torres (PSD)
João Gualberto (PSDB)
Uldurico Junior (PV)
Fernando Torres (PSD)
João Gualberto (PSDB)
Uldurico Junior (PV)
Não participaram da votação:
Irmão
Lázaro (PSC)
José Rocha (PR)
Márcio Marinho (PRB)
Mário Negromonte Júnior (PP)
Pastor Luciano Braga (PRB)
José Rocha (PR)
Márcio Marinho (PRB)
Mário Negromonte Júnior (PP)
Pastor Luciano Braga (PRB)
A votação
Inicialmente,
a matéria foi aprovada por votação simbólica, mas um destaque proposto pelo PHS
permitiu que o texto fosse votado nominalmente pelos deputados. A divergência
sobre o tipo de votação gerou debate acirrado entre os parlamentares.
Com
a apreciação concluída e sem alterações no texto oriundo do Senado, o texto foi
aprovado e segue para sanção presidencial. Para estar em vigor nas próximas
eleições, a matéria deve ser sancionada até 7 de outubro, um ano antes do
pleito.
Foram
223 votos favoráveis, 209 contrários e três abstenções, no total.
O Fundo
Aprovado
pelo Senado na semana passada também em votação simbólica, o texto define que a
principal fonte de recursos virá de 30% do total das emendas parlamentares de
bancada.
O
projeto estabelece que as campanhas eleitorais serão financiadas por parte do valor
destinado às emendas em anos eleitorais. Além disso, o fundo eleitoral será
composto com recursos da compensação da propaganda eleitoral gratuita nas
emissoras de rádio e televisão, que será reduzida. Com a redução, o governo
gastará menos com as emissoras, que são pagas por meio de isenção de impostos.
A expectativa dos parlamentares é de que os recursos alcancem o valor de R$ 1,7
bilhão.
Com
informações da Agência Brasil






